sábado, 30 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Mais um ano vai chegando ao fim. Lá se vão 365 dias em que tivemos a oportunidade de fazer escolhas, fizemos algumas acertadas, outras nem tanto, porém as consequências de cada uma delas certamente levaremos para 2018. Portanto, devemos aproveitar melhor as oportunidades que o próximo ano nos dará! Teremos mais 365 chances de escolhas, e o meu desejo é que estas sejam mais acertadas. Que possamos ouvir mais o nosso Deus nos mostrando a direção correta e que obedeçamos a sua orientação!!!
Que no próximo ano possamos viver ainda mais perto de Deus.
Desejo que as amizades sejam mais sinceras, que os sorrisos sejam mais espontâneos, que os abraços sejam mais frequentes, que os choros sejam de alegria, que as lágrimas sejam de emoção e que os "apertos" sejam de mãos. Sei que 2018 não será diferente se nós formos os mesmos e fizermos as mesmas coisas, então vamos procurar mudar nossas atitudes, independente do ano em que estivermos, pois do contrário, todos os anos serão iguais!!! Feliz vida nova, atitudes novas e assim, finalmente, teremos um feliz ano novo!!
Há alguns meses venho escrevendo sobre os relacionamentos humanos. Cada dia acrescento algumas linhas. Escrevo com base em experiência própria, pois ao longo dos anos vividos tenho experimentado diversos tipos de relacionamentos, com as mais diferentes pessoas. Talvez seja um dom, ou simplesmente uma capacidade dada por Deus em procurar compreender e aceitar as pessoas como elas são. Confesso estar um pouco cansada de tentar viver bem com todas, mas Deus tem renovado as minhas forças e sempre acabo lhes dando uma nova chance! Coisa de quem tem o coração mole, ou é coisa de quem tem o Espírito Santo morando dentro de si. Isso é divino, sem dúvida nenhuma! Eu louvo à Deus por isso e peço à Ele que nunca me tire essa capacidade. Então, vamos ao texto!!
-Relacionamento humano-
É interessante a forma como os humanos se relacionam. As aproximações e os afastamentos ocorrem naturalmente, ora estamos próximos de uns, outrora não mais. Uns se aproximam por alguma razão e outros se afastam até sem razão alguma. Alguns gostam de vc gratuitamente, sem que vc se esforce, outros não te suportam sem ao menos o conhecer. Fato é que o gostar jamais é por força. A afeição deve ser natural e espontânea, mas muitas vezes a falsidade circunda os relacionamentos humanos, seja por interesse ou conveniência, ou ainda por motivos escusos. O incontestável é que, infelizmente, a falsidade impera na maioria das vezes. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, nem mesmo a se relacionar com alguém na qual não simpatiza, contudo uma coisa é certa, há pessoas que conseguem fingir gostar de alguém, até chamam de amigo(a), mas na verdade não cultivam nenhum sentimento pela outra. É o que podemos chamar de hipocrisia, ser falso(a), fingir algo que não é verdadeiro. Nesse caso estamos cercados por hipócritas, ou as vezes nós mesmos estamos vivendo nessa condição de hipocrisia, basta olhar à volta e constatar. Não estou falando nenhuma novidade aqui, apenas quero levá-lo à uma reflexão: como vc tem se relacionado com seu próximo? Por simpatia, conveniência, motivos escusos ou tem sido hipócrita? O mais grave é quando esse tipo de relacionamento acontece dentro das igrejas, que certamente é o lugar onde a hipocrisia não deveria habitar, mas infelizmente parece justamente ser o lugar onde ela impera. Por quê será que isto acontece? O que podemos fazer pra mudar isso? Qual é a palavra que Jesus nos ensina a respeito do nosso relacionamento com o próximo? Você já se relacionou com pessoas nas quais não simpatizava? Você já detestou uma pessoa sem ao menos conhecê-la? Você já se aproximou de alguém por interesse? Vc está lidando com pessoas hipócritas e/ou tem sido hipócrita com o seu próximo tbm? Estas e outras perguntas nos servem como reflexão de como tem sido e em que se baseiam os nossos relacionamentos. Um dos ensinamentos bíblicos mais importantes no tocante à nossa conduta em relação ao próximo é a questão de falar sempre a verdade. "Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. Efésios 4:25 Assim como neste, em vários outros versículos bíblicos encontraremos orientações sobre falar a verdade, e o mais grave que encontramos é aquele que nos coloca como filhos do diabo quando não falamos a verdade, como vemos em João 8:44 "Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira". Mas nós, que somos de Deus, que o seguimos, devemos procurar viver na verdade!! Viver na verdade é provar que estamos nEle, pois somente vive a verdade aquele que tem o Espírito Santo dentro de si, como vemos em João 16:13a "Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade." Ou seja, se temos em nós o Espírito Santo, Ele mesmo nos guia a andar em verdade e não em mentiras e hipocrisias! Além da verdade, outro critério em que devemos basear a nossa vida como cristãos é o amor. Sem dúvida este é o valor mais importante em que se deve basear a nossa vida, mas certamente é o mais difícil, pois o amor que Jesus nos ensina é o mais difícil de se viver na prática! De acordo com os ensinamentos do nosso mestre o amor ao próximo deve ter a mesma intensidade do amor próprio!! Você consegue isso? Será que somos capazes de amar ao próximo como à nós mesmos? Creio que vc saiba a resposta!! Humanamente falando , isto é IMPOSSÍVEL!! Mas, aquele que diz estar em Cristo deve procurar seguir o que o mestre ensina, ou seja, mesmo que vc, enquanto ser humano, não consiga, enquanto nova criatura, deve ao menos tentar!!! Pois aquele à quem servimos sonda os corações e conhece as intenções, dessa forma, Ele sabe àqueles que procuram seguir seus ensinamentos e procuram colocá-los em prática!! Mesmo que não consigamos, Deus que nos conhece, sabe que a intenção do nosso coração é procurar viver esse amor que Ele nos ensina. Que este seja o nosso desejo, a nossa busca: procurar viver uma vida baseada na verdade e no amor, pois é o que mais tem faltado na nossa sociedade , pessoas verdadeiras e amorosas. Se assim for, estaremos cumprindo a vontade do nosso Pai, à quem declaramos seguir!!!
Vai ser fácil? Claro que não!!! Mas se essa for a intenção do nosso coração, Deus nos ajudará a conseguir!!! Ele mesmo, através do Espírito Santo , nos conduzirá!! Desejo à todos amor e paz!!
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Muitos falam...
Muitos falam de perdão, mas parece que nunca perdoaram de fato.
Muitos falam de amor, mas parece que não sabem amar.
Muitos falam de amizade, mas parece que sempre trocaram de amigos como trocam de roupa.
Muitos falam de sinceridade, mas parece que nunca conseguiram ser sinceros com quem deveria.
Muitos falam de caridade, mas parece que nunca conseguiram estender a mão para quem está/esteve ao seu lado.
Muitos falam em lições de vida, mas parece que nunca aprenderam as lições que a vida lhes deu/dá.
Muitos falam de conselhos de vida, mas parece que nunca conseguiram ouvir ao menos um.
Muitos falam de Jesus, mas parece que nunca tiveram um encontro verdadeiro com Ele.
Muitos falam.........e eu os ouço!!!!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Reflexões sobre o ensino da gramática nas escolas
Ana Débora Peixoto dos Santos Ramos.
(Graduanda do curso de Letras- UFRRJ – IM)
Resumo
O presente artigo busca trazer uma reflexão sobre o ensino da gramática nas escolas, mas especificamente no que se refere ao 1º e 2º ano do ensino médio, baseada em pesquisas de campo e nos conceitos de alguns autores. Vem refletir sobre o entendimento do aluno do que é a gramática e contrapor com as visões dos autores sobre a temática.
Palavras-chave
Gramática – ensino de gramática – conceitos de gramática – análise de dados – pesquisa.
Introdução
Muitas questões podem ser levantadas para análise quando o assunto a ser discutido é a gramática. Partindo-se do pressuposto de que o ensino da mesma na prática, em muitos casos, pode ser diferente da teoria, ou melhor, pode não alcançar o objetivo a que se destina. Inicialmente neste artigo, propõe-se uma reflexão na perspectiva da Linguística sobre o ensino de gramática e, em sequência, apresenta-se uma pesquisa realizada com alunos do 1º e 2º ano do ensino fundamental.
Com base nestas pesquisas e analisando-se os dados nelas contidos, veremos os contrapontos e os principais problemas encontrados para o ensino da gramática e, consequentemente, o caminho proposto por alguns autores de forma a alcançar o seu pleno objetivo. Toda a análise baseia-se nas visões dos seguintes autores: Luiz Carlos Travaglia, Mário Perini, Mattoso Câmara Júnior, José Carlos Azeredo e Dinah Callou.
1. Justificativa
Tratando-se do ensino de gramática, pode-se dizer que o primeiro problema é de ordem conceitual. Geralmente há uma grande distância entre os conteúdos apresentados e cobrados na escola e a experiência real do uso da língua. Sempre se tem em mente os conceitos de língua padrão e gramática prescritiva ou normativa, porém, na prática existe um grande distanciamento entre elas e seu uso real na língua falada.
O segundo problema que se destaca é o da metodologia, e, esta resulta do recorte que se faz na própria gramática normativa, ao se elegerem os conteúdos a serem trabalhados na disciplina.
2. Metodologia
Tendo como base pesquisas feitas com alunos do 1º e 2º ano do ensino médio, propõe-se uma análise comparativa e reflexiva sobre os pontos de vista dos alunos, e ao mesmo tempo, tomando os conceitos dos autores já citados acima (na introdução deste artigo), faz-se uma comparativa entre as respostas dos alunos com os conceitos e teorias sobre o assunto abordado, a saber, a gramática.
Foram levantadas as seguintes questões para análise: 1- O que você entende por concepção de gramática? / O que você entende por ensino de língua? / O que você entende por ensino de gramática? A partir das respostas dadas pelos alunos, far-se-á uma análise comparativa.
3. Análise de dados
É sempre muito importante que se reveja nas escolas o conceito de gramática adotado. O mínimo esperado é que se saiba o que é gramática quando se propõe a ensiná-la ou ao menos a refletir sobre seu ensino. Como já dito previamente, o presente artigo tratará, basicamente, de duas problemáticas: a conceitual e a metodológica.
Segundo Luiz Carlos Travaglia (1997), em seu livro Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º graus, a gramática é concebida como
um manual com regras de bom uso da língua a serem seguidas por aqueles que querem se expressar adequadamente. E é exatamente a forma como, a maioria dos alunos, definem o que vem a ser gramática, como se pode constatar na resposta da aluna Rafaela Ribeiro da Silva (2º ano), onde afirma que: (...) “são as regras”. José Carlos de Azeredo (2004) em seu livro: Fundamentos de Gramática Portuguesa [3ª edição], diz:
(...)A mais radical defesa do ensino gramatical baseia-se na convicção de que um dos objetivos prioritários da escolarização formal é promover o domínio efetivo do padrão culto da língua mediante a explicitação das regras de seu funcionamento. Ou seja: por seu prestígio social e ampla aplicabilidade em um variado rol de situações sociais novas, o domínio desse padrão é conveniente ao exercício pleno da cidadania.
A questão maior não está no fato de ensinar ou não gramática, a dúvida se dá na forma como deve ser ensinada, pois, para que o aluno se interesse pelo ensino da mesma, é importante que ele compreenda a importância da gramática na sua formação intelectual, e a sua utilidade na vida cotidiana e profissional.
[...] para a finalidade de alcançar a internalização de unidades linguísticas, construções, regras e princípios de uso da língua para que estejam à mão do usuário, quando deles necessitar para estabelecer a interação comunicativa em situações específicas. (TRAVAGLIA, 2002, p. 11)
Também não se pode falar de gramática de forma isolada, ela vem, automaticamente, associada às atividades linguísticas. De acordo com Mário Perini, o estudo da gramática de uma língua não pode dispensar o estudo da teoria e da metodologia linguísticas. Segundo Traváglia (1997), neste caso, o falante faz uma reflexão sobre a língua que se diria automática, porque ele seleciona recursos linguísticos e os arranja em um trabalho de construção textual em que lança mão dos mecanismos linguísticos que domina sem um trabalho de explicitação dos mesmos. As atividades linguísticas são, pois, as atividades de construção e/ou reconstrução do texto que o aluno irá realizar para se comunicar. Pode-se, então, relacioná-las com a gramática de uso, pois ocorrem quando o usuário da língua utiliza de forma automática a
sua gramática internalizada, a gramática da língua que ele internalizou em sua história de vida.
O que se deve fazer então, no ensino da gramática, é a construção de um conhecimento sobre a própria língua. Desta forma, pode-se perguntar: Os conteúdos de gramática que se ministram nas escolas realmente contribuem para a aquisição da aprendizagem do aluno? É relevante esta compreensão, pois parte do suposto que os alunos são bombardeados por uma série de informações através dos vários meios de comunicação, como: jornais, revistas, sites, entre outros, e isto mostra que a língua está intimamente associada às ações humanas. Azeredo cita um trecho do Livro de Composição dos autores Olavo Bilac e Manoel Bomfim (1930):
O aluno pode perfeitamente estar senhor de todas as regras da gramática e não saber dizer o que pensa e o que sente. A gramática seca, abstrata e árida, com que se cansa o cérebro das crianças, não ensina a escrever. Ninguém cuida de lhe negar utilidade e valor: mas querer habituar o aluno ao manejo da língua só com o estudo da gramática e começar esse ensino pelas regras abstratas da lexicologia e da sintaxe é o mesmo que querer ensinar matemática só com o estudo da geometria analítica.
Diante da afirmativa acima, pode-se dizer que o ensino de gramática nas escolas é, indiscutivelmente, útil e valorosa, porém, à que se rever a forma de como ela é trabalhada. Partindo desse pressuposto, é necessário, antes de mais nada, abrir uma discussão entre docentes e coordenadores para se chegar a um modo efetivamente proveitoso na ministração das aulas de gramática nas escolas. A questão conceitual de que a gramática está apresentada como um manual de regras para o bom uso da língua traz sempre uma perspectiva de valor de certo ou errado, e aí, entramos na questão de norma e variação da língua.
No texto de Dinah Callou: O ensino de língua portuguesa e a norma padrão, a autora cita, a propósito de gramática, norma e variação, João Ubaldo Ribeiro, em artigo publicado em O Globo (11/08/85), intitulado Questões gramaticais, diz: A gramática é a mais perfeita das loucuras, sempre inacabada e perplexa, vítima eterna de si mesma e tendo de estar formulada – especialmente se se acredita que no princípio era o verbo. Estou, como já contei, estudando gramática e fico pasmo com os milagres de raciocínio empregados para enquadrar em linguagem “objetiva” os fatos da língua. Alguns convencem, outros não. Estes podem constituir esforços meritórios, mas se trata de explicações que a gente sente serem meras aproximações de algo no fundo inexprimível, irrotulável, inclassificável, impossível de compreender integralmente. Mas vou estudando, sou ignorante, há que aprender. Meu consolo é que muitas das coisas que me afligem devem afligir vocês também. Ou pelo menos coisas parecidas.
Nessa afirmação, o termo gramática, por si só ambíguo, seria equivalente às características de uma língua que nos são apresentadas em forma de regras e princípios que não se propõe a fornecer uma explicação mas antes, um modelo.
4. Conclusão
Normalmente se diz que se ensina gramática para tornar os indivíduos capazes de conhecer o funcionamento da linguagem, e de falar e escrever bem. O ensino de gramática nas escolas é fato, portanto, entende-se que a formação do professor de língua portuguesa em qualquer nível, deva ser radicalmente modificada, passando a fundamentar-se no conhecimento, compreensão e interpretação das diferenças existentes na escola, a fim de que haja uma mudança de atitude do professor diante das condições socioculturais e linguísticas dos alunos.
Sabe-se que mudanças são necessárias, porém nem sempre possíveis, mas o fato é que, quando se trata de ensino de gramática a discussão é ampla e abstrata. Ela deve ser vista no quadro mais amplo dos comportamentos sociais, sem desconsiderar o papel do prestígio e da correção linguística. Na obra de Olavo Bilac, citada por Azeredo (2004), também pode-se destacar, radicalmente, o seguinte:
Explicar gramática, sem vivenciá-la no texto ou na redação, equivale a ensinar a nadar fora da piscina(...).
Portanto, como se pode verificar nas pesquisas feitas, é preciso um esforço para que o modo de como é feito o ensino de gramática seja revisto, reavaliado e reestruturado, fazendo com que os alunos possam se interessar pelo aprendizado. E assim, o estudo de gramática pode ser um instrumento para exercitar o raciocínio e a observação; pode dar a oportunidade de formular e testar hipóteses; e pode levar à descoberta de fatias dessa admirável e complexa estrutura que é a língua.
...Um pouquinho de Borges (muito pouquinho mesmo!!!!)
Poéticas da Leitura
Não lemos apenas palavras escritas.
Roupas, casas, cidades, pessoas, todo o tipo de coisas são lidas todos os dias. Ver Vídeo - Poema de Borges: “Las cosas” -
Leitor ó Escritor
Para cada texto, cada
livro, há um leitor, quando não há, é como se os textos não existissem ou
permanecessem vagando incompletos.
É o leitor que dá
vida ao texto!
“O leitor ativo, através da
leitura, dá vida ao texto” ( O leitor Fingido – Flávio Carneiro)
Alguns autores se
preocupam com o leitor, outros não, mas o fato é: preocupando-se ou não, suas
obras serão lidas, relidas, interpretadas, reescritas e até reinventadas.
Para Borges, o
escritor deve ser verdadeiro apenas para a sua imaginação, no imaginário reside
o infinito.
“...o mundo do escritor são seus sonhos, sua imaginação”. (Borges em entrevista a Bella Jozef –
Diálogos Oblíquos)
“ Escrever um livro é reescrever todos os anteriores. Todos os livros
são o mesmo livro, abomináveis como os espelhos, repetem a mesma palavra”
Borges não costumava ler suas obras, ele
dizia que depois de escrever tratava de esquecê-las. Ele também dizia que, ao
escrever, não se preocupava se o leitor pertencia a uma maioria ou minoria, e
que, portanto o êxito ou o fracasso literário são duas imposturas. Ninguém
fracassa tanto ou tem tanto êxito quanto pensa!!!
“Os grandes escritores não
premeditam as consequências de suas obras”. (Borges em entrevista a Bella
Jozef – Diálogos Oblíquos)
“Quando escrevo, penso sobretudo
no conto. Isto é, não penso nos resultados do que escrevi. (...)muitos críticos
se apoderam de meus contos e os enriquecem consideravelmente, porque veem neles
propósitos que eu não tinha”. - Jorge
Luis Borges
Teria muito mais pra trazer sobre esse gênio da literatura, mas hoje vou ficando por aqui!!!!! Espero que tenham gostado!!!
Por, Ana Débora Peixoto
sexta-feira, 9 de março de 2012
TUDO NOVO...
TUDO NOVO...
Me sinto como quem inicia uma caminhada....
Me esforço, mas ainda não consigo enxergar o suficiente...
Por mais que eu tente, uma névoa me atrapalha o olhar!
Mas eu sinto que lá na frente, algo extraordinário me espera,
Não sei bem ao certo o que é, mas sei que é bom, me encanta,
me impulsiona, me faz querer avançar sem parar.....
Na estrada da minha vida, algo novo vem surgindo, e é isso que
esperava, não sei ao certo por quanto tempo, mas esperava, e esperava...
...E ainda espero, espero chegar bem, espero não desistir, e não vou!!!
Só sei que agora estou onde deveria, o caminho é esse e não cheguei até
ele sozinha, foi o meu Pai, não o biológico, o terreno, mas o meu Paizinho,
o meu Deus Criador, Ele que me trouxe até aqui e vai me conduzir
por essa trajetória linda, e já me faz vislumbrar o NOVO, TUDO NOVO!!!!
Ps. Em gratidão à Deus pela vitória de ter conseguido passar para a UFRRJ/2012
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